A negociação envolveria 60 milhões de euros (R$ 139,5 milhões) e um amistoso a ser realizado entre Barcelona e Santos, curiosamente possíveis rivais no Mundial de Clubes no fim do ano. Luís Álvaro de Oliveira Ribeiro, presidente do Santos, teria conduzido o acordo e convencido Neymar e seu pai a aceitarem sem a participação de Wagner Ribeiro. Mas presidente santista negou veementemente a venda do seu principal jogador. “Isso é absolutamente repetitivo e monótono. Não vendi, não quero vender, o jogador quer ficar, e alguém com algum outro interesse colocou essa notícia. Eu não minto e, se não pudesse confirmar, diria que existe uma clausula de confidencialidade. Mas nesse caso eu digo com todas as letras que não vendi”, disse o mandatário do Santos. Esta é a segunda “venda” de Neymar noticiada na imprensa brasileira nas últimas semanas. No início da temporada europeia, o jornalista Jorge Kajuru, do Esporte Interativo, cravou que o atacante já teria um acerto com o Real Madrid para ir à Europa depois dos Jogos Olímpicos de Londres. A disputa entre os dois rivais pelo futebol de Neymar também não é nova. Durante a Copa América, por exemplo, o presidente do clube espanhol, Sandro Rossell, chegou a reunir-se diretamente com o pai do atacante, enquanto o Real Madrid usava Wagner Ribeiro como intermediário para a negociação.



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