segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Brasil abre 2ª fase contra o Uruguai.

Marcelinho Machado cobra melhora do Brasil, principalmente na defesa, para a 2ª fase

O Brasil abre sua participação na segunda fase do Pré-Olímpico das Américas nesta segunda-feira, contra o Uruguai, às 20h30 (horário de Brasília). Sem poder tropeçar mais no torneio se não quiser um caminho complicado nas semifinais, o time nacional tenta reencontrar o bom desempenho apresentado no período preparatório, quando arrasou todos os seus adversários com defesa sufocante e eficiência ofensiva.

O basquete apresentado durante o Pré-Olímpico, porém, passou bem longe disso. A seleção brasileira até venceu Venezuela, Canadá e Cuba, mas jogou mal nos três jogos. Para piorar, perdeu para a República Dominicana e levará a desvantagem contra o rival em caso de empate nas duas campanhas na sequência do torneio.

Um novo tropeço nesta segunda fase aumentaria as chances de enfrentar a temida argentina nas semifinais, no jogo que valerá a vaga olímpica. Em caso de revés para rivais mais fáceis desta etapa, como o Uruguai, colocaria em risco até mesmo a classificação à próxima etapa da competição.

“A verdade é que pensávamos em passar com três vitórias. Infelizmente perdemos para a Dominicana, mas agora é olhar para frente”, disse o técnico Rubén Magnano. “Tivemos muitas oscilações, passamos por basquete muito bom e outros irregulares. Em alguns jogos tivemos muitos desperdícios, o que custou o jogo”.

A busca pelo reencontro das boas atuações começa pelo assunto mais citado por jogadores e comissão técnica durante o Pré-Olímpico. A defesa alucinante, que impressionou na fase preparatória, ainda não deu as caras no torneio e fez com que a equipe se atrapalhasse em todos os confrontos da fase inicial.

“O principal fator que fez com que não conseguíssemos fazer nosso melhor foi que a gente não conseguiu impor a nossa defesa, o que vínhamos fazendo muito bem”, comentou o ala Marcelinho Machado. “Temos que ter a consciência de que podemos defender melhor, porque aí o nosso ataque flui mais. Nosso jogo é rápido, de transição. Mas isso só acontece quando a gente marca bem”
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