Operários das obras do Maracanã e o consórcio formado pelas construtoras Delta, Odebrecht e Andrade Gutierrez chegaram a um acordo. Após cinco dias de greve e uma reunião de 13 horas no domingo, o consórcio Maracanã 2014 aceitou algumas reivindicações dos trabalhadores e uma reunião na manhã desta segunda-feira selou o fim da greve. As obras no estádio já estão a pleno vapor novamente.
Já os trabalhos na Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), podem ser paralisados na próxima quarta-feira, quando os trabalhadores votam uma paralisação para protestar contra suposto assédio moral que os operários estariam sofrendo na obra.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada do Rio de Janeiro (Sitraicp), Nelson Fonseca, a adesão ao fim da paralisação no Maracanã foi de 100%, e os operários ficaram satisfeitos com a oferta das construtoras:
"Nos reunimos hoje no portão 13 do Maracaná e tivemos a adesão total ao fim da greve. Conseguimos o aumento da cesta básica de R$ 110 para R$ 160 a partir do dia 1º de setembro. Após três meses, esse aumento sobe para R$ 180. Os dias parados não serão descontados do salário dos trabalhadores".
O consórcio prometeu ainda ampliar o plano de saúde aos familiares dos operários daqui há três meses e contratar mais gente para trabalhar na obra.
"Hoje são 2.100 trabalhadores, mas o número deve chegar a quatro mil. No entanto, ainda não há previsão de quando eles serão contratados", disse o diretor da Sitraicp ao UOL Esporte.
Mesmo com o fim da greve, os líderes do sindicato estão em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) para selar o acordo. O consórcio Maracanã 2014 soltou a seguinte nota esta manhã:
"O consórcio Maracanã Rio 21014 informa que os trabalhadores voltaram às suas atividades nesta manhã, após assembleia em que foi aprovado acordo para encerramento da greve iniciada na última quarta-feira, dia 17/08.
O acordo foi negociado com o Sitraicp, no domingo (21.08).
O acordo mostra a disposição do Consórcio em negociar com o Sindicato, mesmo estando em vigência convenção coletiva aprovada com essa mesma entidade em abril passado e válida até janeiro de 2012. Os termos do acordo serão informados ao Tribunal Regional do Trabalho em audiência marcada para as 22h de hoje".
Os trabalhadores estavam em greve desde a manhã de quarta, quando a explosão de um tonel com produtos inflamáveis feriu o ajudante de produção Carlos Felipe da Silva Pereira. O operário foi atirado a dois metros de distância e sofreu queimaduras e um traumatismo no joelho
De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Construção Pesada do Rio de Janeiro (Sitraicp), Nelson Fonseca, a adesão ao fim da paralisação no Maracanã foi de 100%, e os operários ficaram satisfeitos com a oferta das construtoras:
"Nos reunimos hoje no portão 13 do Maracaná e tivemos a adesão total ao fim da greve. Conseguimos o aumento da cesta básica de R$ 110 para R$ 160 a partir do dia 1º de setembro. Após três meses, esse aumento sobe para R$ 180. Os dias parados não serão descontados do salário dos trabalhadores".
O consórcio prometeu ainda ampliar o plano de saúde aos familiares dos operários daqui há três meses e contratar mais gente para trabalhar na obra.
"Hoje são 2.100 trabalhadores, mas o número deve chegar a quatro mil. No entanto, ainda não há previsão de quando eles serão contratados", disse o diretor da Sitraicp ao UOL Esporte.
Mesmo com o fim da greve, os líderes do sindicato estão em audiência de conciliação no Tribunal Regional do Trabalho (TRT-RJ) para selar o acordo. O consórcio Maracanã 2014 soltou a seguinte nota esta manhã:
"O consórcio Maracanã Rio 21014 informa que os trabalhadores voltaram às suas atividades nesta manhã, após assembleia em que foi aprovado acordo para encerramento da greve iniciada na última quarta-feira, dia 17/08.
O acordo foi negociado com o Sitraicp, no domingo (21.08).
O acordo mostra a disposição do Consórcio em negociar com o Sindicato, mesmo estando em vigência convenção coletiva aprovada com essa mesma entidade em abril passado e válida até janeiro de 2012. Os termos do acordo serão informados ao Tribunal Regional do Trabalho em audiência marcada para as 22h de hoje".
Os trabalhadores estavam em greve desde a manhã de quarta, quando a explosão de um tonel com produtos inflamáveis feriu o ajudante de produção Carlos Felipe da Silva Pereira. O operário foi atirado a dois metros de distância e sofreu queimaduras e um traumatismo no joelho




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