
O Brasil venceu Porto Rico por 3 a 0 (25-20, 25-10 e 25-23) na manhã deste sábado no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Após o triunfo as palavras mais ouvidas na zona mista eram: irregularidade e constância. Mas foram comentários sobre a derrota dos Estados Unidos para a Polônia, as frases de efeito de Bernardinho e o ‘sono’ porto-riquenho que roubaram a cena e marcaram as entrevistas pós-jogo.
Na véspera do duelo do Brasil, os Estados Unidos perderam para a Polônia. E o 3 a 0 sofridos em casa deixaram os campeões olímpicos distantes do time verde-amarelo, líder do grupo A. Mas quem disse que o revés do rival ecoou nos tricampeões mundiais? Os brasileiros foram unânimes ao responder que o placar de sexta não tinha interferência no jogo em São Paulo.
“Se os Estados Unidos tivessem vencido e a gente perdido aqui, não adiantaria nada. O foco é na gente, porque não tem nada garantido”, explicou o ponteiro Murilo. As respostas foram todas neste sentido e foi endossada pelo técnico Bernardinho. “Eu soube [da derrota norte-americana] no café da manhã. Quando está passando jogo na TV, prefiro ver o vôlei de praia e torcer pelos brasileiros”, revelou.
O treinador, aliás, deu longa entrevista coletiva e recorreu a frases de efeito. “Ter ganhado muito no passado, não nos garante nada no futuro” e “Eles são seres humanos e não máquinas. O ser humano tem a tendência natural ao relaxamento. Quem não gosta de relaxar? Mas temos que ficar permanentemente na zona do desconforto e não cair na armadilha da perda de foco” foram duas das respostas de Bernardinho.
O técnico ainda provocou risos nos jornalistas ao contar a opção por não utilizar João Paulo Tavares. Ele comentou que a intenção era essa, mas recuou e manteve Giba em quadra. “Não é por não confiar. Eu confio e muito nele [João Paulo Tavares]. Mas era colocar ele ali em uma situação complicada. Pensei: ‘quem sujou, que limpe’ e não mexi”, falou em entrevista coletiva.
E foi também na sala oficial de entrevistas que o capitão porto-riquenho Hector Soto soltou uma declaração, no mínimo, inusitada. “Esta é a primeira vez em muitos anos que jogamos às 10h e tivemos que nos adaptar”, disse.
Fonte : Uol



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